quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
quarta-feira, 15 de maio de 2013
“O
LADRÃO DE COCA”
O
colega acordou no acampamento de madrugada numa resaca danada resultado dos “tragos”
da noite passada e lembrou-se que um dos cinco companheiros de “barraco” que
dormiam pelo salão tinha comprado um litrão de coca gelado. Tomar água naquelas
alturas – pensou ele – era ruim e resolveu surupiar o refrigerante do outro.
Levantou-se
da cama e foi pé ante pé no escuro da noite em direção a geladeira prá não
acordar ninguém e abriu apenas uma fresta da geladeira por causa da claridade e
pegou o litrão.
Girou
a tampa com cuidado mas pelo efeito do gás da coca fez-se um grande barulho no
acampamento.
-
Fiiiisssssssss...
Todo
mundo acordou num salto, inclusive o dono da coca que fragou o ladrão no ato do
roubo.
Aí
teve que comprar o refri do outro.
sexta-feira, 3 de maio de 2013
“MEIO PNEU”
Certa
vez havia um chefe de equipe mau motorista por sinal.
Quando estavam andando
pelo interior os “guardinhas” ficavam com um olho nele e outro na direção com
muito medo de se acidentarem.
Um
dia estavam descendo uma estradinha estreita e muito alta lá pelas bandas de Porto Lucena
quando de repente um colega se avançou no volante da viatura puxando-o num soco
enquanto que ao mesmo tempo xingava o motorista:
-
O senhor quase caiu “no precipício”, chefe. Tem que tomar mais cuidado...
Este
tranquilo e sorridente então respondeu:
-
Que cair que nada. Sobrou meio pneu ainda...
sexta-feira, 26 de abril de 2013
“O ATESTADO”
A
gente trabalhava dentro da coordenadoria e um colega resolveu fazer uma
brincadeira com o coordenador de campo,
Já
que este era muito “CAXIAS” no que se referisse ao nosso trabalho.O colega pegou um papel timbrado do estado e inventou um atestado de saúde como se fosse o médico.
Ele escreveu assim:
o servidor “fulano de tal”
Necessita de três dias de
repouso devido a sua precária saúde.
Assinado DR Jarbas Lima
Assinou com uma letra bem bonita e usando um
carimbo de um auxiliar de almoxarifado, carimbou o atestado falso e o entregou
ao coordenador. Este olhou, leu e o guardou sem desconfiar.
É claro que durante a noite ele descobriu o golpe e
chegou no outro dia bufando de bravo e assustando o colega:- Eu nem to. Vou entregar este atestado no recursos humanos,
Quero ver como tu vai se sair dessa.
Foi uma risada só, pois o coordenador não gostava de ser passado para trás e naquela ele levou a pior.
sexta-feira, 19 de abril de 2013
“AS PASSAGENS”
Esta história aconteceu naqueles tempos horríveis
que passamos. Aqueles primeiros anos que
ficávamos acampados em qualquer lugar do estado.
Como sábado muita gente tinha que ficar nos
“barracos” uns se iam pescando, outros lavando roupa e a maioria bebendo.
Três colegas foram até a cidade de carona e depois
de fazerem suas compras e outras necessidades sentaram-se no bar da rodoviária,
pois à tarde voltariam de ônibus e ali começaram a beber. Depois de muita
conversa botada fora, muitas histórias, muita risada e muita cerveja eles viram
que estava chegando a hora do ultimo ônibus partir. Um deles foi ao banheiro e
na volta lembrou-se de comprar passagem e como todos eram amigos comprou para
os três. Chegou de volta na mesa e voltou a beber se esquecendo de falar que
havia comprado as passagens. O outro amigo fez o mesmo caminho e teve o mesmo
pensamento e comprou mais três passagens e esqueceu-se de falar também e com o
último foi a mesma coisa, comprou mais três e chegando à mesa disse:
- Comprei as passagens, pois o ônibus tá quase
saindo.
- O que? – pediu outro mostrando as passagens suas.
E o outro também atirou na mesa as suas.
Enfim, compraram nove passagens e ao verem todas
juntas deram muita risada e continuaram a beber.
Resumo da história, além de terem comprado nove
passagens ficaram bebendo e perderam o ônibus.
Tiveram que pagar um táxi para os levarem para
casa.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
“O SINO”
Nós tínhamos um colega gente muito boa, trabalhador, responsável,
correto em suas ações e tudo o mais isso. Mas apenas quando estava sóbrio,
pois quando bebia, o que era raro, se transformava.
Certo dia ele tomou “umas bandidas”, como dizia o
Alonso Pinheiro de São Pedro do Sul e foi até a igreja que era ao lado do nosso PA altas horas da noite e começou a bater o sino:
-Bléin... Bléin... Bléin...
Como todo mundo sabe o bater de sino é sempre um sinal para os moradores
da região e aquele pessoal escutando o badalar começaram a chegar de todos
os lugares, a pé, de bicicleta, de moto, de carro, e todos assustados pensando ter morrido alguém da comunidade.
Quando souberam que era “só de mentirinha” as batidas do sino todo mundo ficou
Bravo e foram direto falar com o responsável pelo salão onde nós acampávamos.
Resumo:
No outro dia nos correram daquele PA e o colega de tanta vergonha, agora “sarado do trago” foi embora prá casa e até saiu da SUCAM por causa daquele episódio.
sábado, 30 de março de 2013
“TAREQUEIRA”
Quem não se lembra do
falecido colega “Tarequeira”? Gente boa demais. Trabalhou muitos anos aqui por
Santa Rosa, neste distrito, nesta região.
Certo dia lá no interior
de Alecrim um colega acordou aos gritos dentro do acampamento. Alguém acendeu a
luz do salão e qual foi nossa surpresa ao ver o “Tarequeira” urinando em cima
desse colega que estava dormindo num canto pensando ser ali o banheiro.Outra vez esse mesmo “Tarequeira” estava tomando umas bebidas no bar do Castelo em frente à rodoviária, os dois eram muito amigos. O dono do bar tem um pequeno problema, ele tem orelhas muito grandes, mas ninguém nem nota e não dão bola.
Nesse dia o “Tarequeira” olhou para o Castelo e disse sério a ele:
- Que orelhas prá botar no feijão, hein, Castelo?
quarta-feira, 27 de março de 2013
“REQUISIÇÃO”
No outro dia, é claro, foram lhe procurar no campo prá resolver aquele problema e foi daí que soubemos da história da requisição.
quinta-feira, 21 de março de 2013
“SEM POLUIÇÂO”
Temos um frigorífico de abate de porcos na nossa cidade e
como em todos os locais em que se está instalado um frigorífico,
O cheiro ruim e ás vezes insuportável, sem contar que a
poluição dos riachos é inevitável.A população não conformada fez um abaixo-assinado e marcando uma reunião, foram falar com o chinesinho
de um metro e sessenta de altura que era o dono da empresa.
No dia da reunião levantou-se o coordenador do grupo “Sem poluição e sem cheiro” e esbravejou em frente a toda diretoria da empresa:
- Não importa o quanto vão gastar nem o que façam, queremos o fim da poluição e com ela também se vá o cheiro horrível de nossas casas.
Só que estes mesmos moradores que reivindicavam tudo aquilo tinham filhos, irmãos mulheres e maridos que trabalhavam na firma.
Quando o pequeno e calmo chinês levantou-se pensaram terem conseguido o seu intento, mas... Ele simplesmente falou:
- Vocês querem acabar com o cheiro? Eu sei como fazer isso;
- Como? – perguntaram todos curiosos.
Eu “fecha o firma”.
Assustados todos levantaram e foram embora.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
“O CAUSO DA BICICRETA”
Os colegas inventaram ao outro que uma moça, sua conhecida
estava a fim dele.
O rapaz se emocionou e fez grandes planos. Começou a se
cuidar mais, cortou os cabelos, as unhas, comprou roupas novas e mandou dar um
trato até em sua Saveiro, daquelas com carroceria aberta. Um dia a encontrou andando de bicicleta numa avenida movimentada da cidade, parou sua Saveiro ao seu lado e todo pachola gritou prá ela:
- Bota a “bicicreta” lá atrás da Saveiro e embarca...
Ela surpresa, sem acreditar parou e lhe encheu de desaforos no meio da multidão, é claro.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
Como este BLOG tambêm é cultura vamos saber um pouco sobre a "GREVE".
A origem da palavra "GREVE" é proveniente da Place de Grève em Paris.
Na margem do rio SENA outrora lugar de embarque e desembarque de navios e
depois local de reuniões de desempregados e operários insatisfeitos com as condições de trabalho.
O termo "GRÈVE" significa originalmente"terreno plano composto de cascalho ou areia à margem do mar ou de um rio onde se acumulam gravetos.
A origem da palavra "GREVE" é proveniente da Place de Grève em Paris.
Na margem do rio SENA outrora lugar de embarque e desembarque de navios e
depois local de reuniões de desempregados e operários insatisfeitos com as condições de trabalho.
O termo "GRÈVE" significa originalmente"terreno plano composto de cascalho ou areia à margem do mar ou de um rio onde se acumulam gravetos.
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Quem sou eu
- sucaneiros
- Santa Rosa, Rio Grande do Sul, Brazil
- Funcionário Público federal que andou 29 anos por esse interior do Rio Grande do Sul





