quinta-feira, 11 de abril de 2013

  
 
Olhem a turma! Da esquerda prá direita: Eu (Vilmar) o Cléber de Dom Pedrito, O nelsom Costa de Santa Rosa, o José (magrão de Bagé eu acho), o Vanderlei de São Leopoldo e o Volneizinho de Dom Pedrito em cima da balsa em Porto Xavier, isso logo no inicio, lá por 1985.
 

sexta-feira, 5 de abril de 2013


“O SINO”


Nós tínhamos um colega gente muito boa, trabalhador, responsável,
correto em suas ações e tudo o mais isso. Mas apenas quando estava sóbrio,
pois quando bebia, o que era raro, se transformava.
Certo dia ele tomou “umas bandidas”, como dizia o
 Alonso Pinheiro de São Pedro do Sul e foi até a igreja que era ao lado do nosso PA altas horas da noite e começou a bater o sino:
-Bléin... Bléin... Bléin...
Como todo mundo sabe o bater de sino é sempre um sinal para os moradores
da região e aquele pessoal escutando o badalar começaram a chegar de todos
os lugares, a pé, de bicicleta, de moto, de carro, e todos assustados pensando ter morrido alguém da comunidade.
Quando souberam que era “só de mentirinha” as batidas do sino todo mundo ficou
Bravo e foram direto falar com o responsável pelo salão onde nós acampávamos.
Resumo:
No outro dia nos correram daquele PA e o colega de tanta vergonha, agora “sarado do trago” foi embora prá casa e até saiu da SUCAM por causa daquele episódio.

 

sábado, 30 de março de 2013


“TAREQUEIRA”

Quem não se lembra do falecido colega “Tarequeira”? Gente boa demais. Trabalhou muitos anos aqui por Santa Rosa, neste distrito, nesta região.
Certo dia lá no interior de Alecrim um colega acordou aos gritos dentro do acampamento. Alguém acendeu a luz do salão e qual foi nossa surpresa ao ver o “Tarequeira” urinando em cima desse colega que estava dormindo num canto pensando ser ali o banheiro.
Outra vez esse mesmo “Tarequeira” estava tomando umas bebidas no bar do Castelo em frente à rodoviária, os dois eram muito amigos. O dono do bar tem um pequeno problema, ele tem orelhas muito grandes, mas ninguém nem nota e não dão bola.
Nesse dia o “Tarequeira” olhou para o Castelo e disse sério a ele:
- Que orelhas prá botar no feijão, hein, Castelo?

quarta-feira, 27 de março de 2013


 

“REQUISIÇÃO”

 Tem uma história de um colega lá de Formigueiro, nem vou escrever o nome dele, mas perceberão logo de quem estou falando.
Certo dia ele foi “nas chirca” e como de costume bebia algumas cervejas e para não se perder nas contas acertava com a dona da casa. Voltava a beber e algumas cervejas depois, lá ia ele acertar novamente. Mas antes de findar a noite acabou seu dinheiro e ele correu a mão no bolso da calça e pegou o talão de cheques, mas qual foi sua surpresa em não ter nenhuma folha. Assustou-se, mas como a noite ainda iria render resolveu aplicar essa; como tinha a folha de requisição (Alguns anos atrás se usava para ir ao banco pegar mais um talão) escreveu o valor que devia já com umas duas cervejas a mais que ainda iria beber, assinou e deu para a dona. Vejam a coragem desse cara, mas o pior foi a dona não conferir e aceitar, né?
No outro dia, é claro, foram lhe procurar no campo prá resolver aquele problema e foi daí que soubemos da história da requisição.

 

quinta-feira, 21 de março de 2013


 

“SEM POLUIÇÂO”

 
Temos um frigorífico de abate de porcos na nossa cidade e como em todos os locais em que se está instalado um frigorífico,
O cheiro ruim e ás vezes insuportável, sem contar que a poluição dos riachos é inevitável.
A população não conformada fez um abaixo-assinado e marcando uma reunião, foram falar com o chinesinho
de um metro e sessenta de altura que era o dono da empresa.
No dia da reunião levantou-se o coordenador do grupo “Sem poluição e sem cheiro” e esbravejou em frente a toda diretoria da empresa:
- Não importa o quanto vão gastar nem o que façam, queremos o fim da poluição e com ela também se vá o cheiro horrível de nossas casas.
Só que estes mesmos moradores que reivindicavam tudo aquilo tinham filhos, irmãos mulheres e maridos que trabalhavam na firma.
Quando o pequeno e calmo chinês levantou-se pensaram terem conseguido o seu intento, mas... Ele simplesmente falou:
- Vocês querem acabar com o cheiro? Eu sei como fazer isso;
- Como? – perguntaram todos curiosos.
Eu “fecha o firma”.
Assustados todos levantaram e foram embora.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013


“O CAUSO DA BICICRETA”

 

Os colegas inventaram ao outro que uma moça, sua conhecida estava a fim dele.
O rapaz se emocionou e fez grandes planos. Começou a se cuidar mais, cortou os cabelos, as unhas, comprou roupas novas e mandou dar um trato até em sua Saveiro, daquelas com carroceria aberta.
Um dia a encontrou andando de bicicleta numa avenida movimentada da cidade, parou sua Saveiro ao seu lado e todo pachola gritou prá ela:
- Bota a “bicicreta” lá atrás da Saveiro e embarca...
Ela surpresa, sem acreditar parou e lhe encheu de desaforos no meio da multidão, é claro.

 

 

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Como este BLOG tambêm é cultura vamos saber um pouco sobre a  "GREVE".

A origem da palavra "GREVE" é proveniente da Place de Grève em Paris.
Na margem do rio SENA outrora lugar de embarque e desembarque de navios e
depois local de reuniões de desempregados e operários insatisfeitos com as condições de trabalho.
O termo "GRÈVE" significa originalmente"terreno plano composto de cascalho ou areia à margem do mar ou de um rio onde se acumulam gravetos.

sábado, 15 de dezembro de 2012

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

"PAPAI NOEL"

História na SUCAM de Papai Noel tem de monte.

Certa vez, uns dias antes do natal eu ia passando com meus filhos por uma loja no centro da cidade e um Papai Noel fazia a festa da criançada. Parei e fiquei admirando as crianças em sua volta enquanto as minhas pediam bala. Nisso o Papai Noel me chamou pelo nome:
- Ei, vilmar, vem aqui.
Imagine os olhos dos meus filhos, pois o Papai Noel me conhecer e me chamar pelo nome. Ficaram muito felizes e acreditando aínda mais no "bom velhinho".
Me aproximei dele e pedi em seu ouvido, pos ele estava fantasiado e de barba grande postiça:
- Quem é você?
- Sou eu, o Jorge, teu colega.
Aí foi uma risada só. O Jorge "32" de Papai Noel.


"PAPAI NOEL 2"

Outra feita a gente estava trabalhando em Humaitá e tambêm era época de natal.
Por coincidencia era eu e o "Jorge 32" de novo.
Nós estávamos voltando de um bar, eram quase meia noite e em frente a uma casa estava parado um senhor baixinho, gordinho e de barba grande.
O Jorge tinha tomado algumas e por ele ter sido Papai Noel em outros tempos parou em frente ao senhor e sorrindo lhe dizia:
- Oi Papai Noel, o seu saco é de brinquedo. Cadê meu presente. E aí Papai Noel...
Este senhor se zangou e nos xingando entrou dentro de sua casa dizendo:
- Vocês vão ver quem é Papai Noel, esperem só um pouco.
É claro que não esperamos, voamos dali.
No outro dia um morador local ao ouvir  contar-mos a história nos disse:
- Vocês tiveram sorte, este velho, seu Freitas, fica irritadíssimo quando o chamam de Papai Noel e já deu vários tiros de atrás de quem lhe chamou assim.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

A minha primeira equipe na SUCAM (DA ESQUERDA PRÁ DIREITA: - Cléber de Dom Pedrito - Phul de Santa Rosa - Vanderlei de São Leopoldo - Eu, Vilmar de Santa Rosa - José de Bagé e o Nelsom de Santa Rosa.
Riacho do nosso interior.
Rio Caúna

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

"OLHA A FOTO"

Nossa equipe, formada por cinco pessoas, ia conversando dentro da viatura pela avenida, passamos por um controlador de velocidade acima de 50 por hora e flas...
O colega que estava ao lado do motorista o avisou pois ele nem percebera:
- Bateu uma foto tua lá atrás...
O motorista nervoso bateu com os dois punhos fechados em cima do volante brabo por levar uma multa e logo estacionou a caminhonete dizendo:
- É isso que dá vir conversando com vocês, mas eu não vou pagar essa multa.
Segunda - feira o chamaram na coordenadoria e o avisaram sobre a multa e ele sem dizer nada se prontificou em pagar.
Agora, cada vez que passamos por um controlador de velocidade alguêm diz para incomoda-lo:
- Olha a foto...
Ele não diz nada, apenas fica vermelho de raiva.

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Na cidade de Horizontina uma familia achou um filhote de corvo na costa do uruguai, é uma fêmea e a trouxeram para casa e a criaram. Hoje ela anda pelos vizinhos, volta para casa quando sente fome e o resto do dia fica voando pela cidade. Agora ela encontrou um namorado e este tambêm se amansou e fica com ela na casa.
Portanto se você for para Horizontina algum dia e ver um corvo voando baixo pela cidade é ela.

"SÓ O CALDINHO"


Época de acampamento, época de lavar, cozinhar, se fazia de tudo
nos fundões naquela época.
A maioria cozinhava sozinho ou entre tres no máximo, mas para poupar
cada semana um fazia feijão, ele comprava um quilo e toda equipe comia.
Quando chegou a vez de um rapaizinho e vendo que  não se mexia,
alguns foram até ele e disseram:
- Esta semana é tua vez de fazer feijão.
Ele olhou curioso para os outros e respondeu:
- Eu não vou cozinhar, não gosto de feijão, eu só gosto do caldinho.
(Era o que mais comia) 
'SERRA DE TUCUNDUVA"

Nossa região é bastante plaina, quase não à subidas íngremes
e um dia conversando com um colega ele me disse:
- É ruím de ultrapassar lá na serra de tucunduva...
- Que serra é essa que eu nunca ouvi falar?
- Pois aquela depois da ponte...
Tive que rir, pois é uma subida comum, mas como todas a s regiões
tem serra o colega resolveu criar uma por aqui.

Quem sou eu

Minha foto
Santa Rosa, Rio Grande do Sul, Brazil
Funcionário Público federal que andou 29 anos por esse interior do Rio Grande do Sul

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